O Aeroporto Estadual Frank Miloye Milenkovich, em Marília, voltou ao centro das discussões sobre a infraestrutura regional após uma nova redução na capacidade dos voos comerciais oferecidos à cidade.
Segundo reportagem do Marília Notícia, Marília passou a contar com operação utilizando aeronave de pequeno porte, em um cenário que evidencia a perda de capacidade da aviação comercial do município e as limitações enfrentadas pelo aeroporto.
A situação chama atenção principalmente pelo histórico do terminal. Em 2019, antes da pandemia, o aeroporto registrou 73,8 mil passageiros e figurava entre os mais movimentados do interior paulista. A cidade também mantém forte ligação histórica com a aviação brasileira, sendo o berço da antiga TAM — Transportes Aéreos Marília, atual Latam.
Nos últimos anos foram anunciados projetos de modernização e ampliação do aeroporto, mas as intervenções enfrentaram sucessivos adiamentos. Em 2026, informações sobre uma proposta mais enxuta para as obras também levantaram questionamentos sobre o futuro da estrutura aeroportuária da cidade.
A redução das operações comerciais reacende o debate sobre investimentos no aeroporto e sobre a importância de uma estrutura aérea adequada para o desenvolvimento econômico de Marília e de toda a região.


